
Tecnologia que respeita a natureza.
Fórmulas desenvolvidas com ingredientes naturais somados ao poder antisséptico do CPC.
Tecnologia antisséptica comprovada por estudos laboratoriais.
A Água Rabelo possui a linha de Sprays Bucais Antissépticos Água Rabelo com CPC. Eles utilizam o Cloreto de Cetilpiridínio (CPC), um agente antisséptico amplamente utilizado para auxiliar na redução da proliferação de microrganismos na cavidade bucal na sua composição.
Além do CPC, cada versão possui ingredientes naturais cuidadosamente selecionados para proporcionar uma experiência diferenciada.
Escolha a versão ideal para você:
Spray CPC com Gengibre ou Spray CPC com Romã.
Tecnologia CPC

CPC + Gengibre

Estudos realizados
✔ Avaliação antibacteriana
✔ Avaliação antiviral in vitro*
Resultados
• Eficácia antibacteriana comprovada
• Estudo antiviral in vitro frente ao SARS-CoV-2*
CPC + Romã
Estudos realizados
✔ Avaliação antibacteriana
Resultados
Segundo estudo conduzido pela Kosmoscience, o produto apresentou:
✔ Eficácia antisséptica contra Streptococcus mutans
✔ Eficácia antisséptica contra Lactobacillus casei
✔ Redução superior a 99,99% de Streptococcus mutans
✔ Redução de até 99,99% de Lactobacillus casei nos tempos iniciais avaliados, mantendo eficácia superior a 98% durante o estudo.
Como os estudos foram realizados?
Os estudos laboratoriais utilizaram a metodologia Time Kill, amplamente empregada para avaliação da eficácia antisséptica.
Qual a diferença entre as versões?
CPC + Gengibre
Ideal para quem busca uma formulação com gengibre e com eficácia antisséptica comprovada em estudos antibacterianos e antivirais in vitro.*
CPC + Romã
Ideal para quem prefere a combinação entre CPC e extrato de romã, com eficácia antisséptica comprovada em estudo laboratorial contra importantes microrganismos da cavidade bucal.
Estudo CPC Gengibre
LAUDO VIRUCIDA,
ENXAGUATÓRIO BUCAL
ANTISSÉPTICO COM GENGIBRE
Vimos por meio desta enviar o relatório do ensaio eficácia a vírus realizado neste laboratório.
1. Introdução:
O presente estudo foi conduzido utilizando a metodologia descrita em "BS EN 14476:2013+A2:2019 Incorporating corrigendum August 2019: Chemical disinfectants and antiseptics -Quantitative suspension testforthe evaluation of virucidal activity in themedical area - Testmethod and requirements(Phase 2/Step
1), com adaptaçõesnecessárias.
1.1. Objetivo
O objetivo deste estudo foi avaliar a atividade virucida do produto “ENXAGUATÓRIO BUCAL ANTISSÉPTICO COM GENGIBRE” frente ao vírus Coronavírus cepa MHV-3.
1.2. Instalação de Teste e Período de Condução do Estudo:
Os ensaios foram realizados em laboratório de Virologia, NB-2 (Biosafety Level 2), Departamento de Genética, Evolução, Microbiologia e Imunologia Instituto de Biologia/UNICAMP, Campinas- SP- Brasil.
4. Resultados:
Tabela 2- Resultado do Teste de citotoxicidade (Dose Máxima Não Tóxica-DMNT) do Produto “ENXAGUATÓRIO BUCAL ANTISSÉPTICO COM GENGIBRE” na diluição 10^1 a 10^10 em DMEM testado em células e sem vírus (item 3.4).

Tabela 3: Controles Interferência, citotoxicidade, e um padrão interno de formaldeído 0,7% Título do Coronavírus Cepa MHV-3, 10^8,25 DICT50/ml *
*Média de 10 diluições do vírus (de 101 a 1010) em 04 repetições
**Média de 10 diluições do vírus (de 101 a 1010), em 04 repetições
Tabela 4 - Resultados in vitro da ação do Produto “ENXAGUATÓRIO BUCAL ANTISSÉPTICO COM GENGIBRE”, testados por diferentes tempos de ação sobre Coronavírus (Cepa MHV-3).

5. Conclusões:
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O produto ENXAGUATÓRIO BUCAL ANTISSÉPTICO COM GENGIBRE, pronto para uso e na diluição 1:10, mostraram inativação frente ao Coronavírus testado.
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Considerando que houve inativação de 99,99% (redução de infectividade > log 4), pode-se concluir que o produto ENXAGUATÓRIO BUCAL ANTISSÉPTICO COM GENGIBRE pronto para uso, foi eficaz para a inativação de partículas virais, e, portanto, auxilia no combate do grupo Coronavírus, incluindo Coronavírus causador da COVID-19.
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A eficácia do ENXAGUATÓRIO BUCAL ANTISSÉPTICO COM GENGIBRE na Diluição 1:10 foi de até 99,9%, a partir dos tempos de 1 e 4 horas. Portanto, é eficaz para o Coronavírus-MHV-3 testado.

Clarice Weis Arns (PhD, Professor)
Laboratório de virologia
Instituto de Biologia/Universidade Estadual de campinas-UNICAMP
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Estudo CPC Romã
ANÁLISE TÉCNICA DE ESTUDO DE EFICÁCIA ANTISSÉPTICA (Ensaio Time Kill)
Enxaguatório Bucal Antisséptico com Romã
1. Objetivo do Documento:
Este relatório técnico interno tem por finalidade consolidar e interpretar, sob a ótica da equipe de Pesquisa & Desenvolvimento, os resultados obtidos em estudo de eficácia antisséptica conduzido para o produto Enxaguatório Bucal Antisséptico com Romã.
2. Identificação do Produto e do Estudo
O produto avaliado foi identificado como Enxaguatório Bucal Antisséptico com Romã, lote AR001/21, fabricado em 11/02/2021 e com validade até 11/02/2023. O estudo teve como objetivo avaliar a eficácia antisséptica do produto por meio do ensaio quantitativo de Time Kill (letalidade em função do tempo), frente a três microrganismos de relevância para a microbiota bucal: Candida albicans (ATCC 10231), Streptococcus mutans (ATCC 25175) e Lactobacillus casei (ATCC 393).
3. Metodologia Empregada (Resumo Técnico)
O método Time Kill consiste na exposição de uma suspensão padronizada de microrganismos ao produto teste, com coleta de alíquotas em intervalos de tempo pré-definidos, seguida de neutralização, diluição seriada e semeadura em meio de cultura específico para contagem dos sobreviventes. A redução da população microbiana é expressa em escala logarítmica (log UFC/mL) e em percentual de redução em relação à população inicial.
• Microrganismos-desafio: Candida albicans (ATCC 10231), Streptococcus mutans (ATCC 25175) e Lactobacillus casei (ATCC 393);
• Tempos de contato avaliados: 30 segundos, 1 minuto e 3 minutos;
• Condições de incubação: 48 horas a 35 °C para S. mutans e L. casei; 48 horas a 28 °C para C. albicans;
• Preparo do inóculo: três subcultivos consecutivos a partir de culturas-estoque, com quantificação segundo parâmetros farmacopeicos previamente à inoculação no produto;
• Leitura dos resultados: cálculo do perfil de letalidade (log UFC/mL vs. tempo) por regressão linear, com determinação da redução logarítmica e percentual em cada tempo de contato.
A metodologia está alinhada às referências técnicas usualmente adotadas para avaliação de eficácia antimicrobiana de produtos cosméticos e saneantes, incluindo a norma ISO 11930 (Cosmetics Microbiology — Evaluation of the Antimicrobial Protection of a Cosmetic Product) e a EN 1040 (Chemical disinfectants and antiseptics — Quantitative suspension test).
4. Análise Técnica e Interpretação
Os dados demonstram um padrão de eficácia distinto entre os microrganismos avaliados, coerente com diferenças de suscetibilidade esperadas entre bactérias Gram-positivas (S. mutans), bacilos ácido-láticos (L. casei) e leveduras (C. albicans).
• Streptococcus mutans: redução microbiana superior a 99,8% já nos primeiros 30 segundos de contato, atingindo 99,99% a partir de 1 minuto. Este resultado é tecnicamente relevante, dado o papel central do S. mutans na formação de biofilme e no processo de cariogênese.
• Lactobacillus casei: redução de 99,99% em 30 segundos, com discreta recuperação da contagem nos tempos subsequentes (99,56% em 1 minuto e 98,57% em 3 minutos). Ainda assim, os três tempos avaliados permanecem acima do patamar de 98% de redução, indicativo de efeito antisséptico consistente frente a este microrganismo.
• Candida albicans: redução estável de 66,67% em todos os tempos avaliados (30 segundos, 1 e 3 minutos), sem incremento adicional de efeito ao longo do tempo de contato testado. Esse platô sugere ação fungistática/fungicida parcial, inferior em magnitude ao efeito observado sobre as cepas bacterianas.
De forma consolidada, o conjunto de resultados suporta a alegação de eficácia antisséptica do produto frente a bactérias associadas à microbiota bucal (S. mutans e L. casei), com redução superior a 98% da carga microbiana em todos os tempos de contato testados. Já para C. albicans, os dados suportam uma alegação de redução microbiana de aproximadamente 66,7%, sem evidência de eliminação completa ou de efeito fungicida de alta magnitude nas condições testadas.
6. Conclusão Técnica
Com base na análise dos dados apresentados no estudo, conclui-se, para fins de uso interno, que o produto Enxaguatório Bucal Antisséptico com Romã (lote AR001/21) apresenta:
• Eficácia antisséptica in vitro comprovada frente a Streptococcus mutans (ATCC 25175), com redução microbiana de até 99,99%;
• Eficácia antisséptica in vitro comprovada frente a Lactobacillus casei (ATCC 393), com redução microbiana entre 98,57% e 99,99%, a depender do tempo de contato;
• Redução microbiana de 66,67% frente a Candida albicans (ATCC 10231), constante nos três tempos de contato avaliados.

Dra. Camila de Oliveira Melo
Farmacêutica P&D


